
Em 8 de setembro de 2025, o Modo IA surgiu pela primeira vez na search do Google no Brasil.
De lá pra cá, aconteceu muito: mudanças surgiram para usuários e para marcas, que passaram a traçar novas estratégias orgânicas, e a se preparar para novos formatos de anúncios.
Desde essa data, estamos cobrindo gradualmente as mudanças que o Modo IA trouxe na search, olhando por essas duas óticas, a do usuário e principalmente das marcas.
No momento em que estamos, o Google está atuando forte na sugestão do Modo IA para seus usuários, e já anuncia o fim do Google tradicional, com links, no mundo todo.
Esse é o momento de entender onde estamos, como chegamos aqui, e para onde vamos.
Se você é usuário do Google, o texto é interessante por trazer um panorama da evolução da search. Se você vem trabalhando com marketing no Google há muitos anos, a leitura é indispensável.
Vamos lá!
Panorama geral do Modo IA do Google no Brasil
O Modo IA funciona como uma plataforma conversacional, um chatbot não tão diferente do ChatGPT.
Aliás, a search com IA foi popularizada primeiro pelo ChatGPT. Logo depois, o Google lançou o Gemini, seu primeiro chatbot.
Depois do lançamento geral do Gemini, o Google passou a inserir a caixa de AI Overviews, que hoje já é parte fundamental de quase todos os resultados de buscas.
Essa caixa, inclusive, responde à maioria das buscas dos usuários, substituindo a posição zero do Google:

Quando a resposta é oferecida pelo próprio Google, o resultado tende a ser uma zero-click search — o usuário do Google pesquisou e não clicou em nenhum link.
Segundo uma pesquisa recente, que analisamos em um artigo aqui do blog, a maior parte (68%) das buscas do Google em 2026 terminou em zero-click.
Esses 68% são divididos em duas principais categorias:
- Em 39% dos casos, os usuários não fazem nada. Não clicam em nada, só obtém a resposta e vão embora;
- Em 29% dos casos, os usuários fazem uma nova busca.
O Modo IA do Google veio logo depois do AI Overviews. Hoje, você pode acessá-lo por um link ou direto na homepage do Google.

Vamos fazer uma análise de UX e layout, features, qualidade da resposta e mais nos próximos itens, agora sob um ponto de vista profissional.
Acompanhe:
Homepage

O Modo IA funciona como uma plataforma conversacional, um chatbot não tão diferente do ChatGPT.
Aliás, a search com IA foi popularizada primeiro pelo ChatGPT. Logo depois, o Google lançou o Gemini, seu primeiro chatbot.
Depois do lançamento geral do Gemini, o Google passou a inserir a caixa de AI Overviews, que hoje já é parte fundamental de quase todos os resultados de buscas.
Essa caixa, inclusive, responde à maioria das buscas dos usuários, substituindo a posição zero do Google:

Quando a resposta é oferecida pelo próprio Google, o resultado tende a ser uma zero-click search — o usuário do Google pesquisou e não clicou em nenhum link.
Segundo uma pesquisa recente, que analisamos em um artigo aqui do blog, a maior parte (68%) das buscas do Google em 2026 terminou em zero-click.
Esses 68% são divididos em duas principais categorias:
- Em 39% dos casos, os usuários não fazem nada. Não clicam em nada, só obtém a resposta e vão embora;
- Em 29% dos casos, os usuários fazem uma nova busca.
O Modo IA do Google veio logo depois do AI Overviews. Hoje, você pode acessá-lo por um link ou direto na homepage do Google.

Vamos fazer uma análise de UX e layout, features, qualidade da resposta e mais nos próximos itens, agora sob um ponto de vista profissional.
Acompanhe:
Anúncios
Os anúncios do Gemini ainda estão em fase bastante inicial, mas eles estão aparecendo aqui e ali, em algumas conversas.
Há três posições iniciais para os anúncios no Gemini sendo implementados hoje:

- Direct offers: aparece no topo das respostas, com uma box evidente, copy padronizada e sinalização de que é um anúncio;
- Conversational discovery: aparece no fim das respostas, com copy padronizada, box evidente e sinalização de que é um anúncio;
- Highlighted answers: aparece no meio das respostas, com copy não padronizada (criada pelo próprio Gemini), sem box evidente e sinalização de anúncio.
Esses anúncios são totalmente compatíveis com o PMax e o AI Max, facilitando ao anunciante a configuração de campanhas de IA sem precisar necessariamente de criativos e copy específicas para o canal.
Tudo isso ainda está em fase de testes, e é provável que novos formatos surjam ao longo de 2026 e 2027.
SERP — Página de Resultados da Pesquisa

A SERP do Modo IA é bastante simples no momento dessa análise. Suas principais features são:
- Resposta generativa: no centro da tela, com o prompt acima e a pergunta abaixo;
- Resposta generativa expandida: há a expansão do conteúdo original caso ele ultrapasse a borda da tela, que é inicialmente estática;
- Links orgânicos: três no canto direito da tela, com imagem destacada e/ou thumbnail, no caso de um vídeo;
- Links orgânicos expandidos: há um botão Mostrar tudo para expandir o menu, que se transforma em scroll e pode abarcar mais resultados. A quantidade de links exibidos varia: em algumas pesquisas, há apenas dois. Em outras, há 20;
- Menu superior: com botões para a pesquisa normal (identificada como Tudo), imagens, vídeos, notícias e mais;
- Menu esquerdo: com botão para fazer nova pesquisa em um chat novo e botão para histórico de respostas;
- Barra de pesquisa contextual: a barra de pesquisa permite que você procure palavras-chave diferentes uma das outras, para resultados distintos, e também conversas contextuais, expandindo um assunto. Por exemplo: “quando o modo IA chegou no Brasil?” é uma pergunta, que pode ser completada com “e esse dia foi aniversário de qual celebridade?”;
- Pesquisa com voz e imagem: na barra de pesquisa, você também pode adicionar um arquivo de imagem (formatos padrão, incluindo .jpeg, .png e .webp) e fazer pesquisa com voz;
Recursos na conversa

Além das respostas padrão, conversacionais, o Modo IA também apresenta algumas features do próprio Google.
Um exemplo é esse logo acima: a exibição de resultados do Google Meu Negócio diretamente na resposta generativa, algo ótimo para o SEO Local.
Além dos cards do My Business, também há um cartão para o Google Maps:

Compartilhamento

Também é possível compartilhar o link da SERP que você está fazendo, clicando no botão de compartilhar, que está logo ao lado de outra feature: a avaliação da resposta.
Há integração simples e automatizada com os principais aplicativos, como Reddit, X, Gmail, WhatsApp e Facebook.
Também é possível gerar um link público para exportar o resultado de uma conversa. Mas note: o link público é da conversa inteira, não do último prompt feito.
Se você quiser compartilhar a resposta a apenas um prompt específico, vai ter que criar uma nova conversa no menu esquerdo.

O Modo IA, como está apresentado, ainda é bastante simples. Em poucas palavras conseguimos listar todas as suas funcionalidades.
A ideia do Google é expandir o AI Mode com novas funcionalidades, sendo que a mais esperada delas no futuro é o Modo Agente, capaz de realizar tarefas para usuários logados — fazer a reserva de uma passagem, preencher um formulário, abrir o WhatsApp etc.
Mas o que isso representa para profissionais do marketing? Precisamos fazer uma análise rápida do que o Modo IA já está trazendo, tanto em pontos negativos quanto em positivos.
Vamos para uma análise mais aprofundada?
Uma análise do que o Modo IA representa para o marketing
O Modo IA vem com um impacto bem grande para o marketing digital hoje.
A maior preocupação para os profissionais é justamente a questão da queda no tráfego orgânico, assunto que já abordamos aqui no blog em outras ocasiões.
Esse assunto, porém, já está bastante discutido, a ponto de ser quase batido.
O que está em falta na internet hoje é uma análise mais objetiva: o que realmente o Google está esperando, onde ele vai investir, onde ele não vai investir, como ficam os anúncios, qual é o espaço do orgânico etc.
É disso que vamos tratar aqui nesse tópico. Vamos entender, juntos, qual será o caminho que o SEO — agora GEO — vai percorrer com o Modo IA.
E vamos entender da melhor forma possível: uma abordagem hands on, priorizando o que podemos ver e analisar direto no modo IA.
Acompanhe:
Os recursos zero-click das SERPs comuns são mais abundantes que no AI Mode
O espaço da SERP para artigos escritos por humanos está reduzido, mas isso não significa que os cliques orgânicos vão simplesmente desaparecer.
Na verdade, quando comparamos com a situação das SERPs comuns, os artigos linkados nas respostas do Modo IA são até melhor organizados.
O Modo IA, sendo completamente zero-click, não tem muitos recursos de zero-click. Isso parece um paradoxo, mas vamos comparar.
Na SERP padrão, de todos os resultados, temos os seguintes recursos de zero-click:
- Featured snippet ou resposta do AI Overviews;
- Painel de conhecimento;
- FAQ superior;
- Vídeos;
- Aba do Google Shopping;
- Aba do My Business;
- Top stories;
- Calculadoras de distância e conversores de medidas;
- Resultados com Google Travel e Google Maps;
- Carrosséis (de imagens, top stories, etc.);
Dentre outros específicos relacionados aos dados estruturados dos sites exibidos como resultados.
Enquanto isso, o recurso de zero-click do Modo IA é o próprio Modo IA.
Ou seja, como ele está agora, o Modo IA tem menos distrações do que a própria SERP normal. Quem está interagindo com ele tem duas informações principais: o que é exibido na resposta e os artigos complementares.
Em algumas pesquisas mais específicas, é possível que um artigo listado no Modo IA tenha até mais cliques do que um em uma SERP cheia de recursos zero-click.
Outras IAs dão menos espaço para artigos orgânicos
Só um complemento ao item anterior: o Modo IA do Google é a IA que mais traz visibilidade para artigos complementares à resposta gerada.
Isso faz uma diferença bem grande na quantidade de cliques que ele tem potencial de levar para o seu site.
Por padrão, o ChatGPT não apresenta artigos completos junto com a resposta, algo que o Modo IA faz.
Aliás, não há nenhuma outra IA que exibe artigos complementares por padrão hoje, apenas o Modo IA do Google.
Os artigos listados ainda seguem uma “hierarquia” de SEO
A luta para ser exibido nas SERPs comuns do Google é a mesma luta para ser exibido no Modo IA.
Os artigos listados no menu esquerdo são os mesmos artigos que seriam listados em posições de destaque nas SERPs.
E é bem claro que esses foram os artigos usados para construir a resposta que a IA está te oferecendo.
Ou seja: parar com o blog agora por conta da IA não é a melhor das ideias. Eles precisam ser produzidos, já que, como vimos, ainda há bastante chances de captar cliques no Modo IA.
Temos um texto no blog que mostra como o llms.txt, um documento padrão nos moldes do robots.txt, te ajuda a ser citado por todas as IAs, incluindo o Modo IA do Google:
➡️ Entendendo melhor o llms.txt e o rankeamento nas IAs
Para marcas: como se adaptar à nova realidade do Modo IA do Google

O Modo IA do Google apresenta alguns desafios às marcas, e vamos conversar de uma forma mais aprofundada sobre eles aqui neste tópico.
A maior parte desses desafios está relacionado a posicionamento. O que antes era espaço garantido das marcas, agora é do próprio Google.
A questão de atrito maior, porém, não é nem que as marcas estão perdendo posições e precisam se adaptar: é a própria natureza da adaptação.
Sempre contamos com métodos testados e aprovados, mas para essa nova era da search, ainda estamos todos em fase de testes.
E enquanto isso, as IAs continuam com novas iterações, novos escopos e novas funcionalidades.
Logo abaixo, veja os principais pontos de atenção para marcas que investem, ou querem investir, na search de 2026:
Mentions e ranking: a relação próxima, mas tênue
O “novo rankeamento” são as menções que as IAs fazem à sua marca. Antes, o importante era estar bem posicionado no Google. Agora, é nas IAs.
Porém, vários profissionais de SEO vêm percebendo que as respostas das LLMs em geral têm um forte viés por respostas retiradas do Google.
Reunimos alguns pareceres no nosso artigo sobre de onde vêm as respostas que as LLMs entregam, e de onde vêm suas menções à marcas.
Ou seja: a presença online, especialmente a presença no Google, é fundamental para ter mentions das IAs chegando.
Mas ao mesmo tempo, as IAs não levam o rankeamento do Google tanto em consideração assim.
Ou seja: estar nas primeiras posições para uma determinada palavra-chave não te coloca como principal referência das IAs no assunto relacionado.
Isso se desdobra em algumas situações, como:
- Discrepância entre volume de palavras-chave ranqueadas e citações na IA, especialmente se as palavras-chave forem de Topo de Funil. As citações tendem a ser de Meio e Fundo pela própria natureza das conversas;
- Mesmo com citações no Topo de Funil em formas de link, o CTR é baixo. As IAs citam fontes, mas também já dão as respostas, invalidando a necessidade do clique;
- Falta de citações até mesmo no Modo IA do Google, quando o link está bem rankeado. Ou seja: na página de resultados tradicional, seu site está no topo para uma palavra-chave. Mas no Modo IA, a mesma palavra-chave, que agora é um prompt, não retorna o seu link.
Esse, e outros casos, ainda estão sem solução. Mas as marcas estão investindo forte em menções mesmo assim. Veja mais sobre logo abaixo:
As marcas estão investindo nesse momento em mentions, mas em fase de testes
Quando o SEO passa a se preocupar mais com a experiência generativa do Modo IA e das outras LLMs, ele ganha um outro nome: GEO.
O GEO busca encontrar as melhores práticas — tanto on-page quanto off-page — para aumentar as chances de ter citações em modelos de IA.
O maior porém é que não há nada garantido no GEO no momento. Existem estratégias individuais, particulares, que variam de segmento a segmento.
Públicos mudam, e cada pessoa tem sua forma de conversar com a IA. E a própria natureza das menções não é pautada necessariamente por perguntas ou palavras-chave.
Menções ocorrem por diversos motivos, em uma infinidade de contextos. As melhores práticas, que está citadas nos dois links acima, são o que há de mais próximo de um método de GEO formal hoje.
Depende de nós, os anunciantes, determinarmos os caminhos que deram certo através de testes.
E falando em anunciantes:
O Modo IA do Google e os anúncios no Google Ads
Enquanto estamos escrevendo esse texto, o ChatGPT Ads está sendo implementado pouco a pouco aqui no Brasil. As maiores agências do país já estão com anúncios configurados.
Enquanto isso, o Modo IA iniciou um roll-out mais gradual, e já está pegando velocidade. A cada 3 pesquisas comerciais, um anúncio aparece para o usuário.

Esses anúncios ainda estão sendo analisados e testados, e sua eficácia varia. Campanhas feitas no AIMax e PMax são automaticamente elegíveis.
A densidade desses anúncios ainda é bastante baixa (cerca de 25%), e a principal forma de configurá-los é através dessas campanhas com IA.
Com a baixa adesão e testagem do formato até o momento no Brasil, marcas estão se vendo com a dificuldade de precisarem se adequar ao formato e rápido.
E isso é um desafio bastante individual. Há marcas e serviços que não sobrevivem sem o Google Ads, e a mudança para esses formatos representa um risco alto, porém necessário.
Para profissionais: quais são os recursos must have na nova era do Google

Falar sobre marcas no geral é bem mais complicado do que falar sobre o que profissionais precisam estar de olho hoje.
Falar sobre marcas é algo generalizado e até um pouco arriscado: o que dá certo para uma pode ser um problema enorme para outra.
Essa parte do texto é para profissionais que estão trabalhando nessas marcas, prestando serviços in house ou de forma independente. O que é preciso ter na sua caixa de ferramentas?
Esse é o melhor jeito possível de estabelecer um contraponto à confusão que o mercado jovem acaba trazendo. As ferramentas são o que você conhece e os caminhos que você consegue perceber à partir das flutuações caóticas desse estágio do mercado.
Vamos conversar melhor sobre algumas delas logo abaixo. Acompanhe:
Domínio sobre expansão de canais para leadgen
Um dos maiores problemas que o Modo IA e o Gemini como experiência de busca trazem é a baixa no tráfego para sites, e esse gargalo gera problemas óbvios para a lead generation.
O canal orgânico segue sendo o maior gerador de leads hoje para marcas, segundo os vários panoramas de marketing de 2026 que analisamos.
A única forma de não perder leads, caso seus leads venham também do orgânico, é a diversificação dos canais de aquisição.
Entender como fazer isso também não é tão fácil, e é um trabalho específico em cada marca. Mas ter ponteiros mais generalizados é fundamental para navegar por essas águas incertas.
Temos um texto que se aprofunda nesse assunto. Acesse logo abaixo:
➡️ Crescendo na zero-click search: escolhendo os melhores caminhos
Domínio sobre os novos caminhos do Inbound Marketing
Se a geração de leads sofre um tropeço, o Inbound Marketing também sofre.
As baixas na leadgen, quando ocorrem, diminuem a quantidade de leads, mas também trazem um outro efeito importante: a qualidade e a qualificação desses leads tende a melhorar.
Esse é o momento em que bons profissionais estão encontrando maneiras de ter uma comunicação mais próxima na nutrição, estão criando materiais de conversão mais densos (os panoramas que analisamos esse ano são prova disso), estão melhorando CTAs, etc.
Muitos estão aplicando estratégias que focam em vendas primeiro, para depois realocar mais recursos para esse “novo Inbound”. O Funil Invertido é um exemplo dessa estratégia.
Temos um artigo aqui no blog que trata justamente sobre estratégias de Inbound que continuam funcionando na era da IA. E também das que não funcionam mais:
➡️ As estratégias de inbound marketing que ainda dão certo (e as que não dão)
Domínio sobre as principais LLMs além do Gemini
O Modo IA do Google é apenas a ponta do iceberg. Bons profissionais hoje estão buscando mais informações sobre as IAs como um todo.
O maior foco está nas mentions e nos anúncios, e por um motivo bem óbvio: é a única maneira de controle que as marcas têm com essas ferramentas.
Não existem muitas estratégias ao redor das IAs porque elas não oferecem muitos dados de volta para profissionais. Só sabemos que “pessoas estão usando”, mas é impossível saber exatamente pelo que, como, o que elas conversam, etc.
É importante entender que o Inbound Marketing, e até o Outbound na sua forma digital, vive a partir de dados. A metodologia surge ao redor — ou por causa — dos dados.
É importante que a marca mensure mentions, citações diretas com links, acompanhe os resultados de anúncios, fique de olho nas métricas do site, acompanhe a evolução ou retração de conversões e se aprofunde em como as vendas estão acontecendo hoje.
Temos também dois artigos para te recomendar aqui sobre esse assunto. Acompanhe:
➡️ ChatGPT Ads? Guia para fazer seus primeiros anúncios
➡️ Topical authority na era da IA: um mergulho lógico e técnico
FAQ sobre o Modo IA — o que é possível responder hoje
O Modo IA é relativamente novo no Brasil. Enquanto estamos escrevendo esse artigo, ele foi lançado há menos de uma semana.
Ou seja: ele ainda está muito verde em funcionalidades. No Brasil, aliás, nem os anúncios ainda estão funcionando.
Pensando nisso, elaboramos um FAQ rápido, que busca responder o que é possível nesse momento de transição.
Acompanhe:
Os anúncios já aparecem no Modo IA?
Não. No Brasil, a versão atual não exibe anúncios dentro das respostas geradas pela IA. Isso deve mudar em fases posteriores.
Como os anúncios são exibidos no Modo IA?
Os formatos confirmados incluem texto e produtos (Shopping).
No caso de Shopping, imagens e thumbnails de produtos aparecem em carrosséis ou blocos visuais, o que torna essencial manter catálogos atualizados.
Campanhas de Search, Shopping, Performance Max e AI Max são elegíveis.
A exibição considera também a intenção comercial da busca, favorecendo estratégias de correspondência ampla e lances automáticos.
No Brasil, os anúncios ainda não estão ativos, mas devem ser liberados gradualmente seguindo o modelo já testado em outros países.
O Modo IA substitui a busca tradicional?
Não. Ele aparece como uma aba adicional (“IA”) dentro da página de resultados. A busca tradicional (“Tudo”) continua disponível normalmente.
Porém, no Google I/O 2026 houve um anúncio de que o Google vai descontinuar os dez links azuis. Só não sabemos quando isso vai acontecer exatamente.
Preciso ativar algo para usar o Modo IA?
Não. O recurso está sendo liberado gradualmente pelo Google. Quando disponível para o usuário, ele aparece automaticamente como opção na página de resultados.
O Modo IA mostra sempre a mesma resposta para todos?
Não. Assim como na busca tradicional, a resposta pode variar conforme idioma, localização, contexto e até histórico de pesquisas.
Dá para compartilhar as respostas do Modo IA?
Sim. O Google adicionou botões de compartilhamento que permitem enviar a resposta gerada para outras pessoas, seja por link direto ou em redes sociais.
O Modo IA usa quais fontes para responder?
As respostas são construídas a partir de diversas fontes indexadas pelo Google. Elas não vêm de apenas um site, mas de uma combinação de páginas, citadas em forma de cards ao lado.
Como o Modo IA impacta quem trabalha com SEO?
Ele muda a dinâmica: além de buscar aparecer no “top 10”, agora é preciso pensar em como ser referenciado dentro das respostas generativas, com conteúdo claro, estruturado e confiável.
O Modo IA funciona em todos os dispositivos?
Sim. Está sendo liberado tanto na versão desktop quanto nos aplicativos do Google para Android e iOS.
Você já está usando o Modo IA? Ou se preparando para ele?
A verdade é que é possível se preparar, mas nem tanto. Essa mudança exige dos profissionais de marketing uma reposta simples: vale a pena continuar investindo em conteúdo?
A resposta depende. Marcas que já conseguem resultados com conteúdo devem continuar trabalhando na área para reverter as quedas de tráfego.
Para isso, inclusive, temos um artigo super interessante, que publicamos ontem mesmo:
➡️ Plano de conteúdo para SEO na era da IA - o framework DEDE
Mas as marcas que têm mais dificuldade em vender com conteúdo precisam de uma estratégia mais integrada, holística, envolvendo pontos orgânicos, é claro, mas não só.
É justamente nesse ponto que a Adtail se destaca: desenhamos soluções integradas e personalizadas para seu negócio, que cresce não por se aproveitar de uma estratégia, mas por aplicar o marketing como ele deve ser aplicado.
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